Por onde começar? É das perguntas mais comuns!
Entre as pessoas que sofrem de dor na coluna, é comum fazer-se a distinção entre as que têm diagnósticos médicos definidos e as que… ainda não. Se está a ler este artigo, é possível que se enquadre num destes cenários.
Diagnóstico e Tratamento
Seja algo recente, antigo ou que ocorra pontual/diariamente existem dois passos que deve seguir. Em primeiro lugar, consultar um profissional, seja médico, especialista de medicina chinesa/acupunctura, osteopata ou fisioterapeuta.
Despiste e fase aguda
Embora não corresponda à maioria dos casos, uma dor na coluna pode estar associada a outras doenças não directamente relacionadas com a coluna. Neoplasias, obstrução intestinal, cálculos renais, etc são alguns dos exemplos. Todos estes cenários menos prováveis devem ser despistados antes do tratamento. O especialista deverá também guiá-lo(a) durante a fase aguda da doença. Por exemplo, após um acidente de viação ou uma lesão desportiva, sugerindo eventualmente repouso em vez de exercício.
Gestão e manutenção de sintomas
Em segundo lugar, quando os sintomas estabilizarem. É importante seguir uma rotina de manutenção definida pelo especialista que o/a acompanhou. A lembrar: após uma lesão, a região afectada poderá ficar susceptível a recaídas. Este facto torna a manutenção absolutamente essencial.
A Anatomia

Efectivamente, tudo na nossa coluna se interliga. Existem dois conceitos importantes a reter: pontos de dor e pontos gatilho.
De forma simples, os pontos de dor são caracterizados como regiões bem definidas onde sentimos dor. Com o acumular de esforço sobre determinado músculo, ou após uma lesão, um ponto de dor pode “transformar-se” num ponto gatilho, expandindo a dor original para outras regiões. Num cenário ideal, deve-se intervir antes que tal aconteça.
Pense onde se situa a sua dor e há quanto tempo a sente. A vermelho estão assinalados alguns pontos comuns de dor e as setas a preto representam alguns dos trajectos para onde a dor poderá evoluir. Talvez se reveja na ilustração.
Se em parte a dificuldade de tratamento é proporcional ao estado em que os seus músculos, ossos e articulações se encontram, são muito raros os casos onde não se preveja algum tipo de melhoria mesmo em poucas visitas.
Falta de exercício / Rotinas de relaxamento?
A falta de exercício é atribuída como uma das possíveis causas de dor na coluna. Um estudo do Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2014, referiu que na população portuguesa acima dos 15 anos (cerca de 5,8 milhões), 32,9% se queixava de dor lombar e 24,1% de dor cervical. Coincidência ou não, este estudo acrescenta que a maioria da população acima dos 15 anos não pratica qualquer tipo de actividade física e apenas 15,4% o fazia pelo menos um/dois dias por semana.
Um estilo de vida sedentário, aumenta os riscos para a saúde – e tal inclui a saúde da coluna. Outros estudos estimam que cerca de 40% das dores na coluna são causadas por excesso de tempo sentado. À semelhança do que referimos em artigos anteriores sobre rotinas de relaxamento da coluna, embora as mesmas não substituam um tratamento especializado, lembramos que o principal papel no que toca à prevenção de dor pertence ao indivíduo.
Treatments
Caso já tenha recorrido a tratamentos e não tenha obtido resultados, é possível que terapêutica deva ser ajustada. Já considerou outras especialidades? A equipa da Clínica Sintra Saúde é especializada no tratamento de dor na coluna. Acupuncture, Osteopathy, Physiotherapy e Massagem Terapêutica são as nossas ferramentas!
Dor ciática, dor lombar, dor cervical, hérnias discais ou fibromialgia são apenas exemplos dos casos de dor que recebemos diariamente. Marque já a sua consulta.
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